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REACÇÕES ALÉRGICAS

 Alergia é um problema ou urna reacção que aparece apenas na pessoa sensível (alérgica) a uma substância estranha (chamada alérgeno) e apresenta os seguintes sintomas: o nariz entope, começa a gotejar, os olhos a arder e a chorar, surgem dificuldades respiratórias, erupções na pele.

As alergias apresentam-se numa variedade de condições quase infinitas, a maior parte engloba-se em três categorias:

Alimentar

Por contacto na pele

Inalado. (ar que respiramos)

Os quatro maiores agressores do ar que respiramos são: os ácaros que vêm no pó da casa, o pólen geralmente sazonal, pelos de animais domésticos e os fungos.

Os ácaros são um parente quase microscópico das carraças e aranhas, o problema não reside nos ácaros vivos, mas a matéria fecal que deixam nas carpete e mobiliário e também os seus corpos mortos. Siga as seguintes recomendações.

  1. Limpe as áreas húmidas com um fungicida(Use três quartos de chávena de lixívia para cada quatro litros e meio de água, deixe que actue durante cinco minutos e limpe).
  2. Isole do seu quarto de dormir dos seus animais de estimação.

Mantenha a sua casa sempre limpa.

  1. Trate dos seus sintomas evitando a exposição ao que o incomoda.
  2. Tenha na sua farmácia um anti-histamínico para o nariz à venda na farmácia.
  3. Se tiver uma alergia que dure mais de sete dias deve consultar o médico.

Alergias provocadas por antibióticos podem causar morte do doente.

Existem teste de sensibilidade que indicam um ou mais alérgenos o  Prick Test ou teste de puntura

 

 

Definição

É uma enfermidade infecciosa do fígado por vírus HVB e HVC que ocasiona necrose hepatocelular e inflamação que pode ser aguda ou evoluir para uma fase crónica. As hepatites mais vulgares são a: A, B; C; D. δ e E. Existem outros vírus que podem causar infecção no fígado como: Epstein-Bar, citomegalovírus, vírus do herpes simples, vírus da varicela-zóster.

Causa

O agente causal é o vírus HBV e HCV

Sintomas

O período de incubação da hepatite B é de 45 a 180 dias e os sintomas estão de acordo com as seguintes fases:

* Fase prodromica: (mal estar e indisposição que precede uma doença) anorexia, vómitos, náuseas, alterações do paladar, olfacto, mialgia, cansaço, cefaleia, mal-estar geral, febre baixa.

*Fase ictérica: depois de decorridos alguns dias da fase prodromica os sintomas decrescem e aparece a icterícia. A icterícia pode aparecer dois a três dias antes da doença se manifestar.

*Fase de convalescença: os sintomas desaparecem em 2 a 12 semanas.

*A hepatite C na maioria dos casos não apresenta sintomas na fase aguda, em geral os doentes contaminados evoluem para uma hepatite crónica. Pode manifestar-se decorridos muitos anos após a contaminação, podendo apresentar cirrose em 20% dos casos e o cancro do fígado tem uma prevalência também de cerca de 20%. Os sintomas podem simular uma gripe ligeira.

 

Prevenção

*As situações de alto risco são transfusões de sangue sem controlo laboratorial do Instituto Nacional do Sangue. *Compartilhar seringas com pessoas infectadas.

*Para os profissionais de saúde evitar picadas com agulhas infectadas, manuseamento de sangue sem luvas. Ter cuidado com projecção de secreções de doentes contaminados, nos olhos ou feridas (recomenda-se o uso de luvas e óculos). Não ter relações sexuais no período menstrual na hepatite C e usar o preservativo nas relações extra-conjugais para hepatite B. Não são conhecidos casos de infecção da hepatite C pelo leite materno infantil Os percings e as tatuagens devem ser evitadas a tinta e agulhas nas tatuagens podem ser um veículo do vírus. A acupunctura feita por curiosos sem agulhas esterilizadas e descartáveis deve ser evitada.

Vacinação

A vacinação é feita por via intramuscular, deve ser feita conforme a prescrição do fabricante. O esquema geral é de 1ml para adultos e 0.5 para recém-nascidos, lactentes e crianças até aos 11 anos de idade.

Quando se usam três doses devem obedecer ao seguinte esquema: a segunda e a terceira são aplicadas com intervalos de seis meses. ( 0 1 mes depois e 6 meses depois)

Quatro doses: 0- mês depois 2ª um mes depois e por fim 12 meses depois.

Tratamento

*Não existe tratamento específico nas hepatites agudas b que podem ser fulminantes. As crónicas B e C o médico especializado pode usar o interferom α e a ribavirina que são aplicadas em conjunto durante 6 meses a um ano sem interrupção. Não resulta nos casos crónicos, e o tratamento mais recente é um fármaco americano patenteado que cura, mas o fabricante pratica preços exorbitantes.

*Repouso domiciliar é recomendado até que os sintomas desapareçam e as transaminases (aminotransferases) voltem aos valores normais, que pode levar quatro semanas em media.

* Não usar bebidas alcoólicas e evitar alimentos agressivos para o fígado.

*Vigiar estes doentes com os marcadores sorológicos (HBsAg e anti-HBs).

 

Diagnóstico

 

* Determinação dos marcadores HBsAg e anti-HBs.

* O marcador HBsAg é o antigénio de superfície, que aparece antes dos sintomas. Está presente nas hepatites crónicas. O antigénio (HBeAg) quando acompanha o HBsAg, indica uma acção viral activa e quando é positivo num período até12 semanas, indica progressão da hepatite crónica B.

*O anticorpo contra o antigénio da hepatite B (anti-HBc IgM) aparece no início do processo e pode ser o único marcador sorológico positivo na hepatite aguda e na hepatite crónica pode apresentar baixa concentração positiva. (positivo na hepatite aguda B e negativo na hepatite crónica B)

*As transaminases ALT e AST encontram-se bastante elevadas> a 500 UI/L.

*A bilirrubina total pode atingir valores de 20mg/dl

*As fosfatase alcalina está aumentada

*O leucograma apresenta linfocitose com neutropénia moderadas

*A biopsia do tecido do fígado é o diagnóstico histológico que permite avaliar o estado da doença na hepatite crónica.

O anti-HCV é o teste para a hepatite C. O PCR-RNA confirma o diagnóstico. O anti-HCV detecta resultados positivos em 70% de casos de três semanas do possível contágio e 90% de casos com três meses.

 

Deve ser feito o diagnóstico diferencial do Treponema palidum, vírus de Epstein-Bar e citomegalovírus, hepatites por fármacos e tóxicos.

 

O seguinte esquema dos marcadores sorológicos serve para interpretação da hepatite A e B

 

*Vírus A e os seus anticorpos: (anti-HA IgM) teste positivo, indica infecção aguda ou recente ou convalescença.

(anti-HA IgG) positivo e (anti-HA IgM) negativa, indica infecção prévia.

 

* Infecção aguda: Vírus B e seus antigénios (HBsAg positivo e anti-HBc IgM positivo).

(HBeAg e anti-HBc IgG positivos)

Para portadores assintomáticos: (HBsAg positivo anti-HBc IgM positivo ou negativo), (HBeAg negativo e anti-Hbc IgG positivo), (Anti-HBs negativo e anti-HBe positivo)

 

Hepatite crónica: (HBsAg positivo e Anti-HBc IgM positivo ou negativo), (HBeAg positivo e o anti-HBc IgG positivo, anti-HBs negativo, anti-HBe negativo).

 

Convalescença: (HBsAg negativo e anti-HBs IgM negativo ou positivo), (HBeAg negativo e anti-HBc IgM positivo, anti-HBs positivo, anti-HBe positivo).

 

Infecção previa: (HBsAg negativo e anti-HBc IgM negativo), (HBeAg negativo e anti-HBc IgG positiva ou negativo), (anti-HBs positiva ou negativa), (anti-HBe negativo).

 

Depois da vacinação: (HBsAg negativo anti-HBc IgM negativo), (HBeAg negativo anti-HBc IgM negativo) anti-HBs positivo e anti-HBe negativo

 

Vírus C infecção aguda ou crónica: ant-HCV positivo.

Vírus D ( HDAg positivo e anti-HD IgM positivo), (HBsAg positivo e anti-HD IgG positivo):

 

Para a hepatite E não existem marcadores disponíveis