Adoçantes e Seus Perigos

Novembro 3, 2014

Aspartame (adoçante)

 Definição

Edulcorantes intensos ou não-nutritivos: fornecem somente sabor doce

acentuado, não desempenham nenhuma outra função tecnológica no produto final. (informação química). São pouco calóricos e utilizados em

quantidades muito pequenas.

 Química dos adoçantes

O ciclamato (C6H13NO3S) foi descoberto em 1937, por Michael Sveda. A sua patente tornou-se propriedade dos laboratórios Abbot, que o introduziram no mercado americano depois de aprovado como edulcorante pelo FDA (o Departamento de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos).

O aspartame (C14H18N2O5) foi descoberto acidentalmente em 1965 por Jim Schalatter nos laboratórios da Searle, numa época em que pesavam sobre a sacarina as suspeitas de possíveis efeitos cancerígenos e o ciclamato estava proibido nos EUA.

A sacarina (C7H4OSO2NH) foi descoberta em 1878 por Ira Remesen e C.

Fahiberg na Universidade John Hopkins – NY. Apresenta sabor residual amargo em altas concentrações. É o único edulcorante estável sob aquecimento e em meio ácido. Nos humanos, a sacarina é rapidamente absorvida e excretada na urina. A segurança do seu uso é investigada há 50 anos e o seu uso foi permitido em noventa países.

Os edulcorantes são substâncias artificiais ou naturais geralmente centenas de vezes mais doces do que o açúcar de cana. Conferem o sabor doce e não são calóricos, com excepção do aspartame. Os adoçantes dietéticos mais conhecidos são a sacarina, o ciclamato e o aspartame.

No mercado existem outros adoçantes com fórmulas químicas diversas.

Os adoçantes dietéticos de mesa são consumidos especialmente por obesos ou diabéticos, mas  um número crescente de pessoas preocupadas em manter a forma física e restringir o nível calórico de sua alimentação também os consomem. Contudo, o seu principal emprego é como coadjuvantes no controle do Diabetes Mellitus, uma vez que a

substituição da sacarose pelos adoçantes dietéticos facilita a terapia nutricional instituída ao paciente diabético.

Ao longo dos anos, os investigadores vêm alertando a opinião

pública para o perigo do uso do aspartame em bebidas e iogurtes lythe, atribuindo a estes produto a causa, a longo prazo, do aparecimento das seguintes enfermidades:

 – esclerose múltipla e lúpus sistémico; acidose metabólica, problemas de visão e dificuldades de andar, cegueira, problemas neurológicos. O aspartame muda a química do cérebro, diminui os níveis de dopamina), malformações fetais e pode causar retinopatias. Perda de memória, deterioração dos neurónios, fibromialgia, espasmos, dores, formigamento nas pernas, câimbras, vertigens e tonturas, dor de cabeça, zumbido no ouvido, dores articulares, depressão e ataques de ansiedade. Fala descoordenada, visão desfocada e perda de memória.

Nos pacientes diabéticos apresentam perda de memória, confusão, e perda de visão. Psicose maníaco-depressiva, ataque de pânico, fúria e violência.

O envenenamento pelo Aspartame, a longo prazo, está relacionado com a doença de Alzheimer.

O Aspartame mantém o açúcar sanguíneo fora de controlo, fazendo com que muitos pacientes entrem em coma.

 Nota: esta informação acima citada vem divulgada em vários sítios na Internet.

Embora não haja, a nível governamental, informação credível e mesmo proibição do seu uso dietético, pelo facto dos efeitos farmacológicos levarem anos a manifestarem-se, devemos seguir o velho aforismo “ mais vale prevenir que remediar.” Elimine o seu uso, a não ser por receita médica e em casos específicos.

 

 

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