Teoria Genética

 HIStÓRIA

Os cientistas demonstraram que as características hereditárias estão presentes nos cromossomas do agente reprodutivo. O professor Thomas Hunt Morgan, trabalhando com experiências genéticas (no ano 1930) com moscas da fruta no Instituto Tecnológico da Californio, chegou a conclusão de que os genes que são moléculas individuais de proteínas dos cromossomas, levam e produzem a identificação individual (característica das espécies).

Outros cientistas vieram a confirmar a teoria genética das características hereditárias. Em 1935, o Professor John T. Buchholz da Universidade de Ilinois, consegui fotografar os cromossomas num grão de pólen de milho usando o microscópio electrónico e evidenciando os genes.

Muitos anos antes George Mendel padre austríaco, fez experiências com culturas de ervilhas, num período entre 1856 a 1865, para compreender a razão porque algumas crianças com olhos castanhos nasciam com a mesma cor dos olhos dos pais e outras com olhos azuis.   Mendel escolheu as ervilhas comuns por varias razões, porque numa só família existem pares de diferentes traços hereditários como: plantas altas e baixas, botões vermelhos e brancos, ervilhas verdes e amarelas e grãos enrugados e grãos lisos.   Uma das razões importantes para a escolha desta planta, foi o facto, de ser uma planta de auto reprodução, podendo polinizá-Ias ou fecunda-las artificialmente.   Depois de nove anos de experiências descreveu as suas experiências, com o título de Hibridação das Plantas.

Conclusões

Mendel observou que havia sete pares de características contrastantes umas com as outras. Escolheu plantas com botões vermelhos e outras com botões brancos e outras plantas com outras características parecidas.   Mendel chamou a todas as plantas auto polinizadas que produziam sempre plantas com as mesmas características geração pura ou raça pura. (puras vermelhas, puras brancas, etc.) Todos os rebentos de gerações puras com características opostas e que se pareciam a um dos pais chamou híbridos porque se produziam da união de duas variedades de pais diferentes   O traço característico que aparecia na primeira geração filial (Fa) foi chamado dominante e a característica que não aparecia recessiva. Nestas experiências, as cor vermelhas era dominantes e a branca recessiva. As plantas altas, eram dominantes as baixas recessivas, as ervilhas lisas eram dominante e as enrugadas recessivas.

Características de hibridação de Mendel

Mendel continuou com estas experiências partindo do auto polinização da geração híbrida (Fb). Das várias gerações Fb resultaram 75% de flores vermelhas e 25% de flores brancas tendo demonstrado que a característica recessiva desapareciam temporariamente e não por completo.   Mendel chegou a conclusão que a descendência de dois híbridos deve ser dominante pura, híbrida e remissiva pura.   Simbolicamente os resultados das experiências de Mendel são: RR = geração pura dominante vermelha rr= geração pura recessiva branca Rr= híbrida (mostrando o vermelho dominante e ocultando o branco recessivo)